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 Euterpe edulis

Utilizações e Curiosidades: O Palmito-juçara sempre foi alvo de corte para extração do Palmito, sendo assim acabou na lista de espécies ameaçadas na categoria Vulnerável.

Atualmente existem planos de manejo sustentáveis onde se estuda as populações de Palmito para corte e extração, de acordo com quantidade e tamanhos de indivíduos, também sendo levado em conta a questão da fauna, que utiliza seus frutos como alimento, inclusive auxiliando na dispersão.

A espécie tem alto poder de regeneração natural, sendo de grande intensidade podendo ser encontrado em Floresta Ombrófila Densa em Estágio secundário cerca de 20 mil plântulas por hectare.

A taxa de sobrevivência em um banco de plântulas próximo a planta mãe, no caso dispersão autocórica, é muito baixa cerca de 0.3%, sendo que, cada metro quadrado geralmente pode haver 400 plântulas, comprovando assim a importância da dispersão zoocórica.

Outra forma proposta para que haja um equilíbrio é a coleta dos frutos, sendo feita a extração da polpa o replantio das sementes, gerando um lucro para população principalmente indígena, com conservação da espécie e o entorno florestal.

Ocorre no Brasil de Pernambuco ao Sul do país, passando pela Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, mais a Oeste em Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

Etimologia: Euterpe é a musa da música, é empregado em relação ao aspecto magnífico dessa palmeira. Edulis vem do latim quer dizer comestível.

Porte: pode chegar a 20m de altura.

Polinização: Principalmente insetos.

Dispersão das sementes: Autocórica, nascendo próximo a planta mãe e tendo um baixo grau de sobrevivência e Zoocórica por mamíferos, repteis e pássaros.

 

Fotos da espécies: